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A expansão industrial no século XIX é um dos grandes temas que estou propondo aprofundar nesse ano, por meio de várias atividades. Uma dela é a elaboração de um mapa identificando o lugar de criação de importantes empresas no século XIX. É só clicar aqui e logar-se com uma conta do gmail para poder incluir um ponto.

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O primeiro trabalho coletivo das turmas de 2o ano, em 2010, vai homenagear o meio de comunicação de massa mais popular no século XIX: os jornais.

O crescimento das cidades, a ampliação do número de pessoas nas escolas, a necessidade das indústrias de divulgarem seus produtos, garantiram a multiplicação dos títulos de jornais  em diversas línguas. Diferentes partidos políticos, associações de trabalhadores, círculos culturais das mais diferentes artes encontraram nos jornais um importante instrumento de veiculação de suas ideias e um espaço eficiente de debates. Vale lembrar que não havia ainda televisão ou rádio, e que apenas pouco tempo antes a implantação das ferrovias havia diminuído drasticamente o tempo de viagem entre as capitais europeias.

Com tudo isso em mente, nosso desafio será a produção de jornais recriando situações da vida da sociedade europeia no século XIX: disputas políticas, eventos culturais, notícias sobre progressos tecnológicos, enfim, temas que cabem nas páginas de um jornal.

Cada jornal terá um editor chefe, e equipes que ficarão responsáveis por diferentes seções: editorial, notícias políticas, caderno de cidades, suplemento cultural, ilustrações, anúncios publicitários.

A tarefa de cada aluno, hoje, é a seguinte:

1)    Escolher sua área de interesse.

2)    Pesquisar temas que possam torna-se pauta para um artigo do jornal.

3)    Buscar informações sobre como eram os jornais do século XIX.

Os links de interesse deverão ser salvos na página de links favoritos de cada aluno, com a associação de palavras-chave adequadas (política, música, saúde, etc). Todos os links devem receber a palavra chave #histVC2010. Ao salvar um link, dê um título adequado, para que você o reconheça depois.

No século XIX houve um curioso retorno a busca pelas “especiarias”, como no século XVI. Só que nesse momento o destino desses produtos era diferente: os laboratórios das indústrias européias, fervilhantes com as promessas da 2a Revolução Industrial. O que diferenciou o chamado “ciclo da borracha” dos demais ciclos anteriores do Brasil? Que tipo de situação esse ciclo inaugura? Que consequências traz para a região?

Este é um verso de um poema clássico da cultura brasileira. Ele é um dos textos de denúncia da escravidão negra como um grande crime consentido pelo Estado Brasileiro após a independência. Que vozes levantaram-se para atacar a escravidão? Como dialogaram com o paulatino processo de decadência do modelo escravagista no Brasil?

O Oeste paulista assumiu a liderança da produção cafeeira na segunda metade do século XIX, e gerou relações econômicas, sociais e políticas diferentes das do Vale do Paraíba. Ainda após o declínio do café, São Paulo não somou-se à lista das “cidades mortas”. Que universo social, econômico e político deu base ao destaque de São Paulo, e à continuidade de sua importância no país após a derrocada do café?

Na segunda metade do século XIX, o incentivo à imigração de trabalhadores brancos europeus ganhou força na região sudeste. Em meio à crise do abastecimento de escravos africanos, a imigração atendia também à posições favoráveis a uma política de branqueamento da população.
Como se deu o processo de imigração? Que visões ele faz emergir?

Essa foi a maneira que Monteiro Lobato encontrou para descrever as cidades da região fluminense do Vale do Paraíba, no final do século XIX. Vassouras, Resende, Barra mansa, Valença, antigos centros da opulência dos barões do café, passaram a viver à sombra de seu passado? Que laços políticos, econômicos e sociais havia entre o Vale e a corte no Rio de Janeiro? Sobre que estrutura econômica repousava a riqueza desse baronato? Se as cidades morreram, qual a “causa mortis”?

Em que medida é possível afirmar que D.Pedro II desenvolveu um sentimento genuíno de ligação ao Brasil, distanciando-se de seus vínculos com a monarquia de Portugal? Que tipo de envolvimento ele possuia para a criação de um sentimento nacional brasileiro? Que ações realizou nesse sentido? É cabível o título dado a D.Pedro, de defensor perpétuo do Brasil?

Você já ouviu essa frase?
Pois é…
Olhar para o Século XIX, para a existência da Guarda Nacional e do Exército, para o papel que tiveram em manter este território unido, torna essa afirmação duvidosa.
Por que o brasileiro é tido como pacífico? Em que o Brasil Império desmente este clichê?

Compreender o que era o Brasil no século XIX nos obriga a pensar nos moldes em que o Estado Nacional brasileiro foi se construindo. Olhar para a estrutura do poder (ou para as estruturas de poder, se pensarmos no quanto o senhor local era o verdadeiro mandatário), para a manutenção das desigualdades e para a concentração de riqueza nas mãos de poucos, para as iniciativas de fazer diferente e para a repressão desse fazer, para a passagem do modelo de corte do 2o Reinado para a república dos coronéis no século XX.
Para cada um dos clichês que estarão colocados nas próximas postagens, os grupos deverão preparar um produto que expresse a sua análise. Analisar significa desmontar, entender quais são os elementos que compõem, com eles se articulam. Para expor sua análise e torná-la compreensível (aos demais colegas, aos leitores externos), o produto poderá conter trechos de literatura, explicações de historiadores, textos dos próprios alunos, imagens (pinturas, fotos, desenhos), mapas, vídeos, músicas. O conjunto desses elementos reunidos deverá criar um sentido que permita a compreensão do raciocínio sobre o tema. Os produtos podem estar na forma de hipertexto, cartazes, videos, apresentação de slides, blog, etc.
Será avaliada: a coerência do conjunto, a correção das informações, o empenho do grupo em seu processo de compreensão do tema, de pesquisa de materiais e de discussão sobre a montagem do produto, a criatividade do resultado final, o grau de conhecimento de todo o grupo sobre o trabalho realizado, o cuidado com a apresentação.

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