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Um dos objetivos do trabalho com alunos, no Ensino Médio, é exercitar rotinas de organização da informação. São muitas as fontes de pesquisa que usamos em nosso dia a dia, e é preciso poder encontrar novamente os materiais relevantes que encontramos para formar nossas idéias sobre determinado tema.

Uma das formas de fazer isso, na internet, é utilizando uma ferramenta de links favoritos online. Assim, o que você pesquisou em casa pode ser acessado na escola, e aquele computador que pifou não será impedimento para acabar com qualidade o seu trabalho. Também ficam registrados os endereços que você precisará acrescentar à bibliografia do material que estiver produzindo.

Esse ano, decidi pedir a cada aluno que faça para si uma página de favoritos no Delicious, que eu venho usando desde 2005. Cada link guardado deve receber palavras-chave: história, Europa, política, ou qualquer outra que ajude a marcar o que havia no site pesquisado. Esses sites servirão para trabalhos que vamos desenvolver em nossa disciplina.

O uso do Delicious é bem simples, mas quem tiver dificuldade para se cadastrar e começar a usar, pode procurar ajuda nesse tutorial.  Dica: escolha um “user name” (nome de usuário) que tenha a ver com seu nome, que não seja muito longo e que você possa manter ao longo dos anos. Evite apelidos engraçadinhos.

Problemas de acesso ou dúvidas específicas? Vamos trabalhar isso no nosso próximo encontro, ao vivo, na escola.

A minha página de links favoritos, venha conhecer, é essa aqui.

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No dia 20/05 vai rolar uma atividade na escola (Vera Cruz) que promete boas conversas. É o Fórum do Ensino Médio, que este ano tem como tema “Comunicação digital: valores e comportamentos”. Nessa manhã, reúnem todos os alunos das 3 séries, mais professores, orientadores e direção.
Num primeiro momento, o público divide-se entre duas mesas de debates.
Para uma delas, estão convidados o Juliano Spyers e a Bárbara Dieu (a Bee).
Para a outra, o Hernani Dimantas e a Simoneta Persichetti.
Após as falas dos palestrantes, há perguntas e falas do público.
Na segunda parte da manhã, os dois grupos se misturam e se dividem em grupos menores, para debates.
Como aquecimento, está circulando entre os alunos e professores a versão em português do “A máquina somos nós”, esse anúncio da Telefônica Argentina eo texto “Nasce o homem algorítmico”, do Silvio Meira.
Na reunião de preparação ontem, nossa sensação é que na esfera do discurso, o conservadorismo da meninada é maior que o nosso… Vamos ver na 3a feira…

Um artigo na Folha Online fala da pressão dos jovens para que os pais votem em Obama.

Com a popularidade bastante cacifada pela circulação na internet, em muitos casos é por meio dos filhos que os pais estão chegando aos discursos cativantes do pré-candidato democrata. A reportagem diz que o discurso de Obama, “A more perfect Union” foi o item mais acessado no Facebook, e a transcrição do vídeo no site do “NYT”  foi a notícia mais enviada por e-mail.

É curioso lembrar que para votar nas primárias os eleitores se filiam a um dos partidos, e há filhos fazendo pressão que os pais “mudem de lado nessa eleição”, mesmo que sejam republicanos tradicionais.

Interessante pensar no papel que pode ter uma juventude esperançosa na articulação de condições para a transformação de um país. Na verdade, esse é o bem maior que podemos desejar, uma juventude mobilizada, atenta e crítica. Se além disso ela ainda conseguir influenciar os pais, estaremos num bom caminho politico.

A paródia veio rápido… Outro vídeo de campanha, agora do john.he.is, escolhendo várias opções de “três palavras” para John McCain inspirar seus eleitores…

veio do Youbama

Não é só o Obama, a mídia brasileira também está produzindo multimidia de grande qualidade sobre as eleições nos EUA.

Vejam esse infográfico do IG, com vídeos internos, bem legal!

Aí vai, achei o discurso Obama:

It was a creed written into the founding documents that declared the destiny of a nation.

Yes we can.

It was whispered by slaves and abolitionists as they blazed a trail toward freedom.

Yes we can.

It was sung by immigrants as they struck out from distant shores and pioneers who pushed westward against an unforgiving wilderness.

Yes we can.

It was the call of workers who organized; women who reached for the ballots; a President who chose the moon as our new frontier; and a King who took us to the mountaintop and pointed the way to the Promised Land.

Yes we can to justice and equality.

Yes we can to opportunity and prosperity.

Yes we can heal this nation.

Yes we can repair this world.

Yes we can.

We know the battle ahead will be long, but always remember that no matter what obstacles stand in our way, nothing can stand in the way of the power of millions of voices calling for change.

We have been told we cannot do this by a chorus of cynics…they will only grow louder and more dissonant ……….. We’ve been asked to pause for a reality check. We’ve been warned against offering the people of this nation false hope.

But in the unlikely story that is America, there has never been anything false about hope.

Now the hopes of the little girl who goes to a crumbling school in Dillon are the same as the dreams of the boy who learns on the streets of LA; we will remember that there is something happening in America; that we are not as divided as our politics suggests; that we are one people; we are one nation; and together, we will begin the next great chapter in the American story with three words that will ring from coast to coast; from sea to shining sea —

Yes. We. Can.

Auiser ver aonde achei, cá está o link. 

Agora cheguei a um site chamado YouBama, uma campanha gerada pelos cidadãos.

Foi feito por dois estudantes de Standford.  As pessoas estão postando seus vídeos pessoais e depoimentos em apoio à candidatura. Mais detalhes sobre como foi produzido, nesse artigo do TechCrunch.

Muito instigante essa facilidade de abrir tantos canais de expressão.

O que acho muito curioso também é essa idéia de “campanha gerada pelos cidadãos”. Em que medida isso é verdadeiro? Em que medida é golpe de marketing?

Hoje foi a chamada Super Terça, houve consultas em mais de 20 estados americanos para a definição dos candidatos.

Por uma aliança do Google Maps e o Twitter, deu para acompanhar pela internet nesse mapa, em tempo real, o que as pessoas em todo o país estavam dizendo sobre seu voto ou seus candidatos. Na barra lateral, o resultado parcial das intenções de voto ou dos votos computados.

Googletwiter

Quantas outras coisas vai dar pra criar com esse recurso!

Del.icio.us

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