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O primeiro trabalho coletivo das turmas de 2o ano, em 2010, vai homenagear o meio de comunicação de massa mais popular no século XIX: os jornais.

O crescimento das cidades, a ampliação do número de pessoas nas escolas, a necessidade das indústrias de divulgarem seus produtos, garantiram a multiplicação dos títulos de jornais  em diversas línguas. Diferentes partidos políticos, associações de trabalhadores, círculos culturais das mais diferentes artes encontraram nos jornais um importante instrumento de veiculação de suas ideias e um espaço eficiente de debates. Vale lembrar que não havia ainda televisão ou rádio, e que apenas pouco tempo antes a implantação das ferrovias havia diminuído drasticamente o tempo de viagem entre as capitais europeias.

Com tudo isso em mente, nosso desafio será a produção de jornais recriando situações da vida da sociedade europeia no século XIX: disputas políticas, eventos culturais, notícias sobre progressos tecnológicos, enfim, temas que cabem nas páginas de um jornal.

Cada jornal terá um editor chefe, e equipes que ficarão responsáveis por diferentes seções: editorial, notícias políticas, caderno de cidades, suplemento cultural, ilustrações, anúncios publicitários.

A tarefa de cada aluno, hoje, é a seguinte:

1)    Escolher sua área de interesse.

2)    Pesquisar temas que possam torna-se pauta para um artigo do jornal.

3)    Buscar informações sobre como eram os jornais do século XIX.

Os links de interesse deverão ser salvos na página de links favoritos de cada aluno, com a associação de palavras-chave adequadas (política, música, saúde, etc). Todos os links devem receber a palavra chave #histVC2010. Ao salvar um link, dê um título adequado, para que você o reconheça depois.

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Um dos objetivos do trabalho com alunos, no Ensino Médio, é exercitar rotinas de organização da informação. São muitas as fontes de pesquisa que usamos em nosso dia a dia, e é preciso poder encontrar novamente os materiais relevantes que encontramos para formar nossas idéias sobre determinado tema.

Uma das formas de fazer isso, na internet, é utilizando uma ferramenta de links favoritos online. Assim, o que você pesquisou em casa pode ser acessado na escola, e aquele computador que pifou não será impedimento para acabar com qualidade o seu trabalho. Também ficam registrados os endereços que você precisará acrescentar à bibliografia do material que estiver produzindo.

Esse ano, decidi pedir a cada aluno que faça para si uma página de favoritos no Delicious, que eu venho usando desde 2005. Cada link guardado deve receber palavras-chave: história, Europa, política, ou qualquer outra que ajude a marcar o que havia no site pesquisado. Esses sites servirão para trabalhos que vamos desenvolver em nossa disciplina.

O uso do Delicious é bem simples, mas quem tiver dificuldade para se cadastrar e começar a usar, pode procurar ajuda nesse tutorial.  Dica: escolha um “user name” (nome de usuário) que tenha a ver com seu nome, que não seja muito longo e que você possa manter ao longo dos anos. Evite apelidos engraçadinhos.

Problemas de acesso ou dúvidas específicas? Vamos trabalhar isso no nosso próximo encontro, ao vivo, na escola.

A minha página de links favoritos, venha conhecer, é essa aqui.

Enquanto os alunos avançam nas suas produções sobreo estudo do meio em Ribeirão (aguardem notícias sobre isso mais adiante!), retomamos o trabalho com os temas que ainda precisamos abordar até o fim do ano.

Como estavamos trabalhando o Brasil no século XIX,  não podia ficar de fora a proclamação da República.

Ontem parti para um exercício interessante: deixar na mão dos alunos o documento com trechos do Manifesto Republicano e tentar observar o que aconteceria se eles fizessem a leitura sem a minha mediação, pelo menos a princípio. Para tanto, elaborei sete perguntas de múltipla escolha para que eles respondessem ao final.

A avaliação foi que a presença dos testes auxilio-os a retornar ao texto e compreender melhor a leitura, já que trata-se de um documento de 1870, de linguagem complexa, etc.

Minha inspiração para esse tipo de atividade foi a prova do ENEM, que ocorreu no dia 31/08. Objetivamente, ninguém precisava ter estudado história para responder as questões daquela prova, que aparentemente se aproximavam dessa disciplina. Mas era fundamental exercer uma boa leitura e ter compreensão do texto.

Valeu a experiência, e agora, quando voltarmos ao tema para terminar nosso trabalho, pelo menos terei certeza de que essa leitura foi feita por completo, o que nem sempre ocorre quando trabalhamos um documento em sala a partir de leitura e discussão.

E, como ganho adicional, posso mapear um pouco melhor os alunos que apresentaram dificuldades claras com esse tipo de habilidade.

Estou às voltas com uma nova proposta de trabalho para o 2o ano, agora focado no Brasil do século XIX. Nova tentativa de aprofundar as conversas quando vamos submergir num tema.
Nas próximas postagens, alguns clichês que deverão ser desmontados pelos grupos, e, nesse processo, um diálogo obrigatório terá de se instalar.
ai ai ai … diálogo obrigatório? não, juro que não vou dar notas pelo número de comentários.

Há algumas semanas, pedi aos meus alunos do 2o Ano do Ensino Médio para escolherem um artigo jornalístico (ou vídeo, ou aúdio) sobre as eleições nos EUA e para a partir dele produzirem  um texto sobre questões da história americana que estão emergindo na campanha.  O enunciado está neste post.

É fundamental, para o estudo da história, o exercício da leitura de narrativas, documentos e reflexões sobre uma determinada situação, juntamente com a organização dessas idéias em forma de produção textual posteriormente.

Agora que li e comentei a centena de trabalhos recebidos, coloco algumas impressões.

Os resultados foram muito interessantes, pois é possível observar  a seleção que eles fizeram (e nesse sentido, perceber quem faz isso com mais facilidade e quem se atrapalha), as questões históricas que apareceram,  a capacidade de síntese, as formas de organizar as idéias e o estilo de cada um.

Acho que o resultado ficou muito rico, seja pela ampla variedade de fontes pesquisadas, quanto pelos vários retornos que foi possível dar.  Tenho dito aos alunos que estar no Ensino Médio é preparar-se para escrever (ou fotografar, ou desenhar, ou pintar) para o mundo, não só para o professor.

Assim, alguns desses textos serão publicados, tanto no mural da escola quanto na internet. São textos que apontam para muitas questões que estão em debate nesse momento, e a partir das quais podemos mergulhar na história para perguntar qual é seu percurso.

Links para os textos virão, para os artigos originais e para os dos alunos, multiplicando as leituras e as autorias, em novos textos que surgirão, como comentários ou como novas produções.

Essa é a idéia.

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