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Para quem acha que a história é uma simples evolução do passado para o futuro, valeria à pena ficar de olho em algumas situações políticas contemporâneas. Uma delas é a recente passagem da monarquia para a república no Nepal, obtida após anos de pressão de guerrilheiros maoístas, que lutavam pelo estabelecimento de um Estado socialista. Simples, né?
Mais detalhes, nessa reportagem da Folha de S. Paulo.

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Essa orientação constitui um roteiro para auxiliar na organização das etapas de compreensão dos temas de trabalho, pesquisa básica, expansão da pesquisa, recorte do material encontrado e elaboração do produto final. Ela foi pensada para o trabalho coletivo relacionado ao Brasil do séc. XIX, mas evidentemente serve para outras situação.

Etapas de trabalho

1- Compreensão do tema de pesquisa: afinal, de que estamos tratando? Que informações básicas posso reunir sobre o tema? Quais as questões principais que vamos tratar?

Primeiras fontes de consulta: leituras mais simples.

2 – Que outros materiais posso encontrar sobre esse tema? Livros especializados, material áudio-visual, revistas, mapas, artigos de jornal, animações em mídias digitais.

Fontes de pesquisa: biblioteca (da escola, de casa, do clube, dos familiares), banca de jornal, internet.

A partir dessa segunda etapa: que materiais interessantes encontramos sobre o tema?

– textos teóricos

– abordagem literária

– representação na pintura ou no cinema

– mapas, fotos

Que materiais  encontrados terão prioridade na elaboração do produto?

3 – Definição do produto: de que maneira podemos tratar desse tema de forma a apresentá-lo de uma forma sintética? Que pontos vamos privilegiar, e que formatos são mais adequados para ressaltar esses aspectos?

4- Que materiais precisaremos para a produção?

– Seleção dos trechos de documentos, imagens, mapas, gráficos que incluiremos

– Redação de material de nossa autoria

– Reunião do conjunto de materiais (conteúdo e forma)

5 – Produção.

6 – Preparação do relatório de produção do grupo, com o histórico de atividades desenvolvidas, coletivamente e individualmente, ao longo do processo. Relação da bibliografia utilizada deve constar do relatório. Links de internet devem ser agregados no del.icio.us de um dos membros do grupo. Entrega no dia 11/06.

No dia 20/05 vai rolar uma atividade na escola (Vera Cruz) que promete boas conversas. É o Fórum do Ensino Médio, que este ano tem como tema “Comunicação digital: valores e comportamentos”. Nessa manhã, reúnem todos os alunos das 3 séries, mais professores, orientadores e direção.
Num primeiro momento, o público divide-se entre duas mesas de debates.
Para uma delas, estão convidados o Juliano Spyers e a Bárbara Dieu (a Bee).
Para a outra, o Hernani Dimantas e a Simoneta Persichetti.
Após as falas dos palestrantes, há perguntas e falas do público.
Na segunda parte da manhã, os dois grupos se misturam e se dividem em grupos menores, para debates.
Como aquecimento, está circulando entre os alunos e professores a versão em português do “A máquina somos nós”, esse anúncio da Telefônica Argentina eo texto “Nasce o homem algorítmico”, do Silvio Meira.
Na reunião de preparação ontem, nossa sensação é que na esfera do discurso, o conservadorismo da meninada é maior que o nosso… Vamos ver na 3a feira…

No século XIX houve um curioso retorno a busca pelas “especiarias”, como no século XVI. Só que nesse momento o destino desses produtos era diferente: os laboratórios das indústrias européias, fervilhantes com as promessas da 2a Revolução Industrial. O que diferenciou o chamado “ciclo da borracha” dos demais ciclos anteriores do Brasil? Que tipo de situação esse ciclo inaugura? Que consequências traz para a região?

Este é um verso de um poema clássico da cultura brasileira. Ele é um dos textos de denúncia da escravidão negra como um grande crime consentido pelo Estado Brasileiro após a independência. Que vozes levantaram-se para atacar a escravidão? Como dialogaram com o paulatino processo de decadência do modelo escravagista no Brasil?

O Oeste paulista assumiu a liderança da produção cafeeira na segunda metade do século XIX, e gerou relações econômicas, sociais e políticas diferentes das do Vale do Paraíba. Ainda após o declínio do café, São Paulo não somou-se à lista das “cidades mortas”. Que universo social, econômico e político deu base ao destaque de São Paulo, e à continuidade de sua importância no país após a derrocada do café?

Na segunda metade do século XIX, o incentivo à imigração de trabalhadores brancos europeus ganhou força na região sudeste. Em meio à crise do abastecimento de escravos africanos, a imigração atendia também à posições favoráveis a uma política de branqueamento da população.
Como se deu o processo de imigração? Que visões ele faz emergir?

Essa foi a maneira que Monteiro Lobato encontrou para descrever as cidades da região fluminense do Vale do Paraíba, no final do século XIX. Vassouras, Resende, Barra mansa, Valença, antigos centros da opulência dos barões do café, passaram a viver à sombra de seu passado? Que laços políticos, econômicos e sociais havia entre o Vale e a corte no Rio de Janeiro? Sobre que estrutura econômica repousava a riqueza desse baronato? Se as cidades morreram, qual a “causa mortis”?

Em que medida é possível afirmar que D.Pedro II desenvolveu um sentimento genuíno de ligação ao Brasil, distanciando-se de seus vínculos com a monarquia de Portugal? Que tipo de envolvimento ele possuia para a criação de um sentimento nacional brasileiro? Que ações realizou nesse sentido? É cabível o título dado a D.Pedro, de defensor perpétuo do Brasil?

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